segunda-feira, fevereiro 19, 2007

A JSD Madeira apoia decisão do Presidente do G.R

JUNTOS PELA MADEIRA
Prestamos o apoio total e incondicional à opção tomada pelo Presidente do Governo Regional, Dr. Alberto João Jardim de demitir-se e desencadear as eleições antecipadas.

Os constantes ataques ao nosso Estatuto Político Administrativo e à Constituição tem afectado a nossa estabilidade política, económica e social, factores preocupantes e graves para o futuro da Madeira.

Foram efectuadas várias medidas e alterações legislativas discriminatórias, penalizadoras com interesses partidários contra os Madeirenses, nomeadamente, a Lei de Finanças Regionais e Lei de Finanças Locais.

Quem nos prejudicou e quem nos discriminou: o PS Nacional e Regional.

Esta será a oportunidade de ganhar este novo desafio.
Novas eleições legitimam o novo Governo e Assembleia eleitos e demonstram o apoio do Povo Madeirense ao nosso Partido.

Vamos dar provas e continuar a trabalhar em prol dos interesses da Madeira e de todos os Madeirenses e Portosantenses.

O Dr. Alberto João Jardim é reconhecidamente a pessoa que sempre demonstrou a sua alma de verdadeiro madeirense, sempre se dedicou à causa social-democrata e transformou completamente a Madeira num arquipélago desenvolvido.
Sempre foi à luta e uma vez mais enfrentará esta nova batalha eleitoral.

Nós Jovens estaremos empenhados para juntos trabalharmos na eleição do Dr. Alberto João Jardim, pois consideramos que continua a ser a pessoa capaz de lutar pelos madeirenses e pelos seus interesses autonómicos.

Conquistaremos mais uma vitória e provaremos a todos que quem decide na Madeira são os Madeirenses.

Os Madeirenses terão oportunidade de demonstrar Atitude Própria.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos

No passado dia 30 de Janeiro, a realização da “Cimeira da Igualdade” em Berlim, marcou o arranque do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidade para Todos.

O desafio está lançado. A U.E assumiu o compromisso de congregar esforços para estimular nos seus países-membros o debate no domínio da igualdade de tratamento e da não discriminação, na promoção da igualdade de oportunidades para todos.

O pretendido é contribuir e informar os cidadãos europeus sobre os seus direitos e ensiná-los a viver na diversidade combatendo a discriminação seja por razão étnica ou racial, esteja relacionada com idade, sexo, deficiência, religião ou crença.

Concerteza que a Região Autónoma da Madeira assinalará também 2007 - Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos, através de diversas iniciativas, às quais, nós, Jovens Sociais-democratas, juntaremos também aquelas que pretendemos concretizar. Nesse sentido, contamos mais uma vez com a colaboração e participação da Juventude da Madeira e Porto Santo.

Ficar de braços cruzados não resolve nem contribui para a adopção de medidas no domínio da igualdade de oportunidades e da não discriminação.
É preciso AGIR! A TUA ATITUDE CONTA!

Este blog, é um espaço de diálogo, por isso mesmo deixamos o tema em aberto para novas abordagens, novas ideias, propostas e actividades que gostarias de ver realizadas ao longo de 2007 na Madeira como forma de assinalar o Ano Europeu da igualdade de Oportunidade para Todos.

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Lei das Finanças Regionais

Como já era esperado, o Presidente da República promulgou a Lei das Finanças Regionais, insistindo na política de não criar qualquer dificuldade à governação socialista, do Eng. José Sócrates. O Presidente da República refugia a sua posição na declaração de constitucionalidade por parte do Tribunal Constitucional não deixando de recordar que as regiões autónomas dispõem de «competência para impugnar, junto do Tribunal Constitucional, as disposições da Lei das Finanças Regionais, seja por violação dos direitos das regiões, seja por violação do respectivo estatuto político-administrativo».

Continuamos a luta contra uma lei profundamente injusta para a Região Autónoma da Madeira e que atenta contra a nossa própria autonomia ao violar claramente as disposições do Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma da Madeira.

O governo socialista do Eng. José Sócrates não se coibiu de utilizar esta lei como forma de instrumentalizar o Estado para fazer um terrorismo político contra a R.A.M., com o único intuito de criar dificuldades à governação regional e colocar os socialistas da rua do surdo no poder.

Mas, o povo madeirense, não esquecerá aqueles que hoje são os únicos madeirenses que se vangloriam por ter sido promulgada uma lei que prejudica todos os residentes nesta Região Autónoma.

Saberemos em 2008 dar a resposta adequada e mais uma vitória ao PSD/Madeira que é o único Partido que defende sempre e em primeiro lugar os interesses dos madeirenses e portosantenses.

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Interrupção Voluntária da Gravidez

No próximo dia 11 de Fevereiro, os portugueses vão novamente ser chamados para referendar a questão da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG). Os argumentos dos que defendem o “Sim” e o “Não” multiplicam-se, mas a conclusão que podemos chegar é que existe uma necessidade premente de esclarecer a sociedade portuguesa em relação à temática do aborto. Esta não é definitivamente uma questão política, é uma questão de consciência pessoal.

Entre os defensores do “Sim” há quem considere que a legalização do aborto permitirá diminuir o aborto clandestino, que é feito em condições de miséria, humilhantes, indignas e perigosas, encarando esta medida como uma questão de saúde pública. Desde a vitória do “Não” na consulta realizada em 1998 os passos dados para evitar ou reduzir o aborto foram irrelevantes e insignificantes. Uma nova vitória do “Não” será manter a hipocrisia, os abortos continuarão a fazer-se, as mulheres continuarão a não ser penalizadas, pouco se fez para a criação de mecanismos de apoio às mães solteiras, às mães carenciadas e às mães adolescentes. Outro argumento utilizado pelos partidários do “Sim” consiste no facto de a mulher ter direito de escolha, ela é dona do seu corpo e ninguém a poderá obrigar a ter um filho que não deseja. Umas alegam razões económicas, outras que o momento não é o mais oportuno por causa da carreira profissional, existem ainda àquelas que alegam falta de maturidade para assumir tamanha responsabilidade. Será que estas são razões suficientemente válidas para realizar um aborto?

Entre os defensores do “Não” há um argumento irrefutável, o direito à vida sobrepõe-se a qualquer outro direito. Há quem considere que a actual lei já é suficientemente liberal uma vez que permite a realização de um aborto em caso de malformação do feto, em caso de violação ou crime sexual e em caso de risco de vida ou de grave lesão permanente para a saúde física ou mental da mulher. Os partidários do “Não” consideram que o “Sim” a esta lei também é uma hipocrisia. A vida começa no momento da concepção e não há grande diferença entre uma criança duas horas antes de nascer e depois de nascer. Se uma criança duas horas antes de nascer tem direito à vida, também teria direito à vida um dia antes, um mês antes e por aí em diante até ao momento da concepção. Porque despenalizar até as dez semanas e penalizar as onze semanas? Qual a diferença? Num país em que os recursos financeiros destinados à saúde são escassos, os defensores do “Não” consideram que não se deve legitimar a possibilidade de o Estado deslocar recursos para financiar a IVG. Defende-se que o dinheiro que o Estado prevê gastar no financiamento da IVG, deveria reverter para financiar o apoio às mulheres carenciadas que recorrem ao aborto. Utilizar o Serviço Nacional de Saúde para financiar abortos é reverter a lógica para a qual este serviço foi criado.

Em Portugal a questão que nos é colocada é a seguinte: «Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?»,Sim” ou “Não”, caberá a cada um decidir com responsabilidade e em consciência.

ATITUDE PRÓPRIA

O blog criado e intulado " Atitude Própria" pretende ser um espaço para os jovens que queiram debater diversas questões de ordem política, social, ambiental,cultural... relacionadas essencialmente com a política de juventude.

Mas sempre temáticas actuais e pertinentes. Pretendemos contar com a colaboração, contributos,ideias e perspectivas de muitos jovens.

Daí ser um espelho on line da discussão política do momento, e para isso deverá ter uma dinâmica e uma participação elevada , transmitindo a atitude própria de cada um.